Exames periódicos femininos: quais você não pode deixar de fazer em cada idade

Ginecologista diz quais são os principais exames que a mulher deve fazer em cada faixa etária
Por Redação
(foto/Thinkstock)
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A consulta com um ginecologista uma vez ao ano a partir da primeira menstruação e antes no início da vida sexual é fundamental para assegurar a saúde da mulher. Isso porque além dos exames específicos do corpo feminino, o médico também irá avaliar outros aspectos da saúde geral, como colesterol, triglicérides, hemograma, urina, entre outros. “Desde cedo é importante iniciar a vigilância sobre algumas doenças como o HPV, que está associado ao câncer de vulva e de colo de útero”, alerta o ginecologista e obstetra Dr. Jurandir Passos, da clínica Alta Excelência Diagnóstica.

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O médico ressalta que a melhor forma de manter a saúde em dia é prevenindo-se. “Quanto mais cedo um problema for diagnosticado, maior a chance de cura. Conforme os anos vão passando, vamos somando outros exames”, explica.

O ginecologista lista quais são os principais exames preventivos que toda mulher deve fazer em cada faixa etária e de acordo com suas condições de saúde.

  • Aos 20 anos (ou no início da vida sexual): Papanicolau, ultrassonografia das mamas, colposcopia, ultrassonografia pélvica ou transvaginal.

  • Aos 30 anos: além dos exames realizados na faixa dos vinte anos, “são recomendados exames para avaliar a função tireodiana TSH, T4 Livre, T3 e ultrassonografia da tireoide”, afirma o médico.
  • Aos 40 anos: além dos exames realizados anteriormente, passa a ser fundamental a realização de um exame anual de mamografia.
  • A partir dos 50 anos: “nesse período, quando a maioria das mulheres antra na menopausa, a principal preocupação são os ossos e o coração”, afirma o ginecologista. Por isso, deve ser realizada uma densitometria óssea assim que se inicia a menopausa, além de dosagens hormonais e exames para verificar o metabolismo do cálcio, com o objetivo e acompanhar e prevenir a osteoporose.

Casos de câncer de mama ou ovário na família

“As mulheres que têm esse histórico devem começar o acompanhamento médico com mais antecedência. Isso vai depender da idade em que o familiar teve a doença”, ressalta o Dr.Jurandir, que reforça também a necessidade de contar ao médico que há histórico de doença na família.

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