Quem acha que para encontrar a pessoa certa basta preparar o coração está equivocado. Exercícios para o cérebro podem ajudar nessa jornada. Está duvidando? Confira como estímulos cerebrais podem contribuir para um relacionamento a dois.
Veja também:
3 fatos que você deve aceitar antes de ter um namorado
Segundo Ricardo Martins, professor do curso SUPERA, de São José dos Campos, a falta confiança em si mesmo, a timidez e a ansiedade são os maiores inimigos de quem está buscando conquistar um grande amor. “Ao invés de culpar o coração, muitas vezes só é preciso reprogramar o cérebro”, comenta.
O que é ginástica cerebral para o amor?
Capaz de melhorar as habilidades cognitivas e socioemocionais, os exercícios trabalham o raciocínio, a memória, a criatividade e, como resultado, apresentam um aumento da autoestima e da segurança, características essenciais para relacionamentos duradouros e saudáveis.
“Na academia, usamos ferramentas como ábaco, apostilas com desafios e jogos dinâmicos em grupos. Mas, é possível fazer exercícios em casa”, explica o professor.
Como encontrar um amor: exercícios

Capacidade de raciocínio: se você treinar a capacidade de raciocínio, seja com enigmas ou jogos de lógica, pode ser mais fácil perceber quando alguém está te dando mole. Isso também pode encurtar discussões desagradáveis ou torná-las mais fáceis de serem resolvidas.
Memória: lembrar datas, conversas, pratos preferidos e detalhes é essencial para que o outro perceba que você se importa com ele e nota sua presença. Estimule a memorização com jogos de memória e jogo da cachola.
Criatividade: inovar na hora de fazer o primeiro contato, saber preparar boas surpresas e encontros é um ponto extra na conquista. Além disso, a criatividade também pode ajudar em tempos de grana mais curta sem que a rotina fique sem graça.
“Alguns alunos chegam aqui desanimados e com grandes dificuldades de relacionamento. Quando eles veem que são capazes de solucionar problemas, sentem-se autoconfiantes e melhoram o desempenho na escola, no trabalho e na vida pessoal”, conta Ricardo.
Por fim, o professor reforça que ler um bom livro, trocar relógios digitais por de pulso, tomar banho de luz apagada e viajar é importante, mas, no entanto, antes de qualquer coisa é preciso permitir-se conhecer pessoas e amar. “Amar muito faz bem ao cérebro, ao coração e à saúde mental e física”, finaliza.
