Cuidados com as crianças no verão

por | jan 13, 2011 | Casa

ALÉRGICOS SEMPRE ALERTAS – Apesar de ser uma época em que os problemas respiratórios diminuem, Chenciski ressalta que os alérgicos, mesmo no verão, sofrem com o tempo seco e a hidratação é importante. Fuja do ar-condicionado na última potência. “Pode continuar usando o aparelho desde que se hidrate o ambiente, o que pode ser feito colocando uma pequena porção de água no quarto. Devem ser evitadas temperaturas muito frias, porque o choque térmico é perigoso ao sistema respiratório”, conclui.

PISCINA COM GRADE FIXA – Com tempo livre e energia de sobra, as crianças passam mais tempo em casa, e nessa época do ano aumenta a incidência de acidentes domésticos. A piscina se torna o QG dos filhos, sobrinhos e amiguinhos. O pediatra pede cautela com o entretenimento: “Quem tem piscina em casa deve colocar uma grade fixa para evitar qualquer acidente. Nada de forros ou simples tampos plásticos. O afogamento é o principal acidente doméstico que ocorre no verão”.

SONECA – De férias na escola, os filhos ficam mais soltos. A liberdade faz bem, segundo o pediatra Yechiel Chencinski, mas deve ser controlada: “Nessa época, a gente tem o hábito de fazer tudo o que não faz durante todo o ano e o limite é o bom senso”. Ele sugere um controle dos horários de sono mesmo durante as férias: “Não pode colocar um horário rígido, mas tem que controlar. O sono interfere na alimentação e no metabolismo. O ideal é que nas últimas semanas os pais comecem a induzir o filho a se readaptar para retomar os horários e o ritmo para a volta às aulas”. Chenciski lembra que a soneca após o almoço é importante para os pequenos. “Mas se a criança acorda às 11h não é recomendável. Vira uma bola de neve: ela acorda às 11h, almoça às 15h, tira a soneca até as 17h e só vai dormir lá para as 2h”, ressalta.

ATENÇÃO COM AS GULOSEIMAS – As guloseimas e lanchinhos rápidos, típicos dessa época de férias, também têm que ser observados atentamente. “Se os pais apresentarem o hábito de ingerir alimentos não saudáveis, os filhos também seguirão esse exemplo”, acredita. Esses mimos na alimentação, que são muito frequentes nas viagens, podem ser introduzidos na dieta sem que vire uma rotina. “A criança deve entender que em casa é a alimentação correta, e que estas saídas devem ser esporádicas e fora do ambiente doméstico”, conclui a nutricionista Aline Labes.

HORÁRIOS CONTROLADOS – Os horários de alimentação devem ser controlados não só no verão, mas em toda a vida da criança, desde a amamentação. “O ideal é que seja de três em três horas. Recomendamos assim: café da manhã, lanche da manhã, almoço, lanche da tarde, jantar, ceia”, cita.

MANTER ROTINA DE ALIMENTAÇÃO – O cardápio deve variar, mas a alimentação não pode ter nenhum déficit de nutrientes necessários para o desenvolvimento ósseo e o metabolismo da criança. Segundo a nutricionista Aline Labes, da Clínica NutriPrime Baby, as frutas são o segredo para manter o corpo hidratado e nutrido. “A alimentação de uma criança deve ser equilibrada em proteínas, carboidratos, gorduras, vitaminas, minerais, fibras e líquidos. No verão, as frutas são essenciais, já que são ricas em água e oferecem vitaminas que vão regular o metabolismo do organismo”.

CUIDADO COM O LIMÃO: Com o tempo quente deve-se aumentar a ingestão de líquidos, principalmente água e sucos naturais. Contudo, para quem gosta de limão, uma ressalva: no verão é muito comum a fitofotodermatose, que são as queimaduras na pele originárias do contato com o limão sob a ação dos raios solares: “Limonada, caipirinha e até os sorvetes não industrializados podem causar as queimaduras. Caso caia limão na pele, o ideal é enxaguar bem com sabão e evitar o sol nessa hora”, recomenda Chencinski, lembrando que até perfumes cítricos causam queimaduras de segundo grau.

MICOSES: São um problema recorrente no verão. O suor excessivo agrava a possibilidade da infecção bacteriana, principalmente nas articulações e entre os dedos. “Não tem como evitar 100%, mas a precaução é não andar descalço e evitar utilizar toalhas ou roupas de terceiros, para prevenir contra a transmissão”, ensina Chencinski, que destaca a dermatite serpiginosa, o famoso bicho geográfico transmitido através da areia da praia, como um dos vilões da estação: “Os locais de maior incidência são nas nádegas e nos pés”.

EXCESSO DE BANHO: Com o tempo muito quente e abafado, é natural que a frequência dos banhos aumente. No entanto, o que pode parecer um cuidado representa um perigo à pele da criança. “A pele possui uma camada de gordura que protege naturalmente dos raios UV e, com os banhos frequentes, essa camada se perde e a pele fica mais exposta. A recomendação é tomar, no máximo, dois banhos por dia nessa época do ano”, aconselha.

DEPOIS DA PRAIA: “O protetor solar, junto com a areia, resseca e irrita muito a pele. A criança vira um croquete. E isso pode gerar um quadro alérgico”, explica Chencinski, que recomenda um banho imediatamente ao chegar em casa. “Esse banho deve ser curto e com água morna ou fria. Ao final, enxugar bem e passar o creme hidratante”.

PROTEÇÃO SOLAR – Na estação do calor, o maior cuidado é com a pele, assegura o pediatra Yechiel Moises Chencinski: “Exposição direta ao sol somente até as 10h e depois das 16h”. O filtro solar deve ser FPS 15, no mínimo, repassado a cada duas horas, independentemente de a criança ter estado na água. “O ideal é a criança usar protetor constantemente, seja na praia ou em casa. Em caso de exposição, a necessidade aumenta. Lembrando que crianças até seis meses de idade não devem utilizar o protetor solar e, por isso, não podem ser expostas aos raios solares”, pontua.

ALÉRGICOS SEMPRE ALERTAS – Apesar de ser uma época em que os problemas respiratórios diminuem, Chenciski ressalta que os alérgicos, mesmo no verão, sofrem com o tempo seco e a hidratação é importante. Fuja do ar-condicionado na última potência. “Pode continuar usando o aparelho desde que se hidrate o ambiente, o que pode ser feito colocando uma pequena porção de água no quarto. Devem ser evitadas temperaturas muito frias, porque o choque térmico é perigoso ao sistema respiratório”, conclui.

PISCINA COM GRADE FIXA – Com tempo livre e energia de sobra, as crianças passam mais tempo em casa, e nessa época do ano aumenta a incidência de acidentes domésticos. A piscina se torna o QG dos filhos, sobrinhos e amiguinhos. O pediatra pede cautela com o entretenimento: “Quem tem piscina em casa deve colocar uma grade fixa para evitar qualquer acidente. Nada de forros ou simples tampos plásticos. O afogamento é o principal acidente doméstico que ocorre no verão”.

SONECA – De férias na escola, os filhos ficam mais soltos. A liberdade faz bem, segundo o pediatra Yechiel Chencinski, mas deve ser controlada: “Nessa época, a gente tem o hábito de fazer tudo o que não faz durante todo o ano e o limite é o bom senso”. Ele sugere um controle dos horários de sono mesmo durante as férias: “Não pode colocar um horário rígido, mas tem que controlar. O sono interfere na alimentação e no metabolismo. O ideal é que nas últimas semanas os pais comecem a induzir o filho a se readaptar para retomar os horários e o ritmo para a volta às aulas”. Chenciski lembra que a soneca após o almoço é importante para os pequenos. “Mas se a criança acorda às 11h não é recomendável. Vira uma bola de neve: ela acorda às 11h, almoça às 15h, tira a soneca até as 17h e só vai dormir lá para as 2h”, ressalta.

ATENÇÃO COM AS GULOSEIMAS – As guloseimas e lanchinhos rápidos, típicos dessa época de férias, também têm que ser observados atentamente. “Se os pais apresentarem o hábito de ingerir alimentos não saudáveis, os filhos também seguirão esse exemplo”, acredita. Esses mimos na alimentação, que são muito frequentes nas viagens, podem ser introduzidos na dieta sem que vire uma rotina. “A criança deve entender que em casa é a alimentação correta, e que estas saídas devem ser esporádicas e fora do ambiente doméstico”, conclui a nutricionista Aline Labes.

HORÁRIOS CONTROLADOS – Os horários de alimentação devem ser controlados não só no verão, mas em toda a vida da criança, desde a amamentação. “O ideal é que seja de três em três horas. Recomendamos assim: café da manhã, lanche da manhã, almoço, lanche da tarde, jantar, ceia”, cita.

MANTER ROTINA DE ALIMENTAÇÃO – O cardápio deve variar, mas a alimentação não pode ter nenhum déficit de nutrientes necessários para o desenvolvimento ósseo e o metabolismo da criança. Segundo a nutricionista Aline Labes, da Clínica NutriPrime Baby, as frutas são o segredo para manter o corpo hidratado e nutrido. “A alimentação de uma criança deve ser equilibrada em proteínas, carboidratos, gorduras, vitaminas, minerais, fibras e líquidos. No verão, as frutas são essenciais, já que são ricas em água e oferecem vitaminas que vão regular o metabolismo do organismo”.

CUIDADO COM O LIMÃO: Com o tempo quente deve-se aumentar a ingestão de líquidos, principalmente água e sucos naturais. Contudo, para quem gosta de limão, uma ressalva: no verão é muito comum a fitofotodermatose, que são as queimaduras na pele originárias do contato com o limão sob a ação dos raios solares: “Limonada, caipirinha e até os sorvetes não industrializados podem causar as queimaduras. Caso caia limão na pele, o ideal é enxaguar bem com sabão e evitar o sol nessa hora”, recomenda Chencinski, lembrando que até perfumes cítricos causam queimaduras de segundo grau.

EXCESSO DE BANHO: Com o tempo muito quente e abafado, é natural que a frequência dos banhos aumente. No entanto, o que pode parecer um cuidado representa um perigo à pele da criança. “A pele possui uma camada de gordura que protege naturalmente dos raios UV e, com os banhos frequentes, essa camada se perde e a pele fica mais exposta. A recomendação é tomar, no máximo, dois banhos por dia nessa época do ano”, aconselha.

DEPOIS DA PRAIA: “O protetor solar, junto com a areia, resseca e irrita muito a pele. A criança vira um croquete. E isso pode gerar um quadro alérgico”, explica Chencinski, que recomenda um banho imediatamente ao chegar em casa. “Esse banho deve ser curto e com água morna ou fria. Ao final, enxugar bem e passar o creme hidratante”.

PROTEÇÃO SOLAR – Na estação do calor, o maior cuidado é com a pele, assegura o pediatra Yechiel Moises Chencinski: “Exposição direta ao sol somente até as 10h e depois das 16h”. O filtro solar deve ser FPS 15, no mínimo, repassado a cada duas horas, independentemente de a criança ter estado na água. “O ideal é a criança usar protetor constantemente, seja na praia ou em casa. Em caso de exposição, a necessidade aumenta. Lembrando que crianças até seis meses de idade não devem utilizar o protetor solar e, por isso, não podem ser expostas aos raios solares”, pontua.