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Birras frequentes podem esconder esses 3 motivos: o último é de cortar o coração

Saber quais são as verdadeiras razões por trás dos famosos "ataques" é um meio mais saudável de se relacionar com seu filho e evitar que apareçam, afirma especialista
Publicado 1 Abr 2022 – 11:36 AM EDT | Atualizado 1 Abr 2022 – 12:46 PM EDT
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Relacionamentos não são fáceis nem quando já estamos adultos, imagine quando se é uma criança pequenininha, que ainda não sabe controlar as próprias emoções e nem expressar com clareza quais são suas verdadeiras necessidades?

Por volta dos dois anos de idade, a birra passa a ser um meio de chamar atenção para algo que não está bom, segundo Telma Abrahão, especialista em Neurociência Comportamental Infantil e autora do livro "Pais Que Evoluem".


Sendo assim, entender as verdadeiras razões por trás dos famosos "ataques" é um meio mais saudável de se relacionar com seu filho e, consequentemente, evitar que as dificuldades apareçam.

“Educar é sobre, primeiramente, se reeducar. Quando entendo por que uma criança age daquela forma e não consegue obedecer, mudo a minha forma de olhar para o que chamamos de ‘mau comportamento infantil’”, explica Telma.

Conheça abaixo três motivos comuns por trás da birra.

Qual o motivo da birra?

1. Necessidades fisiológicas


Quando expostas à fome, sono ou cansaço, a criança demonstra o incômodo como pode. Se não consegue ainda verbalizar, já que sua parte cognitiva está em formação, encontra na birra uma forma de expressá-lo. Normalmente, acompanhada por choro e gritos.

Contudo, o conselho de Telma é buscar compreender no momento a origem da ação. “Os pais, ao invés de entenderem o que está acontecendo, simplesmente reagem àquele comportamento”, aponta.

2. Falta de atenção no dia a dia


Todos nós nascemos seres sociáveis e necessitados da atenção do meio em que vivemos. Precisamos ser vistos e ouvidos.

É importante que a criança sinta-se querida, amada e acolhida, inclusive, quando está frustrada, até por que é nos pais que ela procura uma referência de como agir com os outros.

Priorize também sempre explicar a verdade para o seu filho, pois assim ele entenderá que tem alguém capaz de orientá-lo. “Ele pode estar simplesmente sentindo falta de afeto e atenção positiva”, revela Telma.

3. Falta de conexão física com os pais


De acordo com a especialista, a carência afetiva também desperta reações explosivas em crianças. Elas já foram bebês e, em alguns casos, só conseguiam dormir perto do cheiro da mãe. Esse colo pod estar fazendo falta para que ela sinta-se protegida.

Abraços liberam sensações positivas no corpo humano e são uma maneira de apoio emocional. Sendo assim, a ausência de aconchego pode tornar seu filho em alguém desconfiado e pouco sociável.

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