Novo livro de Laura Muller

Laura Muller revela “caminho do prazer” após 25 anos como sexóloga

A sexóloga Laura Muller conversou com o Mulher sobre seu novo livro “A caminho do prazer”, em que responde 125 perguntas sobre a prática sexual

“Sexualidade ainda é um assunto tabu na nossa cultura. A gente tem muitas dúvidas, existem muitos mitos, a gente se cobra demais. A vida sexual pode ter altos e baixos, isso é natural”, afirma a sexóloga Laura Muller em entrevista ao Mulher.

Todo mundo pode falhar de vez em quando, pode ter uma dificuldade ou outra, isso faz parte, mas tem tratamento e tem jeito de você se colocar mais a caminho do prazer.”

Novo livro de Laura Muller

Sexo
(Crédito: freepik/ Freepik)

“A caminho do prazer” é, inclusive, o nome do novo livro de Laura, lançado pela editora Vozes.

Nele, a sexóloga se aprofunda sobre diversas dificuldades sexuais e de diferentes etapas da vida, 25 anos depois de sua especialização em sexologia.

“Eu acredito fortemente que, ao buscar informação, a gente começa a aprender a lidar mais com as dificuldades e com o prazer”, explica a especialista. 

Com o livro, Laura responde 125 dúvidas sobre orgasmo, ejaculação, ereção, desejo e penetração. São respostas que podem ajudar mulheres, homens e pessoas de todos os gêneros e orientações sexuais.

O que a ciência diz?

Dificuldades sexuais
(Crédito: freepik/ Freepik)

Além de sexóloga, Laura é também psicóloga clínica e analista junguiana. 

A partir das experiências com seus atendimentos, ela também lança luz sobre o que dizem a sexologia e psicologia analítica sobre a prática do sexo e suas principais queixas ou disfunções no novo livro.

Em seu texto, a especialista afirma que a prática sexual “carece de informações que deveriam ser de conhecimento básico: o funcionamento do corpo na hora do sexo”.

Essa segunda parte do livro é mais voltada para sexólogos, psicólogos e analistas. A comunicadora de linguagem simples dá lugar à Laura acadêmica, que mostra os desafios do atendimento clínico.

A disfunção sexual emerge como sintoma de algo que não vai bem na alma. É preciso ouvir (enxergar, tatear, farejar, saborear…) esse grito do corpo”, conclui a sexóloga.

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