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Menopausa no verão: como driblar sono excessivo e indisposição?

O verão costuma remeter a vitalidade, dias iluminados e mais tempo fora de casa.

Porém, para muitas mulheres que estão na menopausa, a estação pode ter um efeito oposto: fadiga constante, excesso de sono ao longo do dia, dificuldade para dormir à noite e um mal-estar quase permanente.

Tudo isso são respostas do próprio organismo. E entender o que está por trás disso é o primeiro passo para encontrar formas de aliviar tais desconfortos.

Como driblar sintomas da menopausa

Sono excessivo

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Você percebe que, mesmo dormindo mais no verão, desperta sem disposição? Isso acontece porque, durante a menopausa, o sono costuma ficar mais superficial, com menos tempo nas etapas que realmente promovem recuperação do corpo.

Segundo o ginecologista André Vinícius de Assis Florentino, especialista em menopausa, é preciso focar na qualidade do sono durante o período ao invés da quantidade.

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“A estratégia é proteger o sono noturno. Ambientes mais frescos, banho morno antes de dormir e evitar telas à noite ajudam a reduzir despertares causados pelas ondas de calor”, explica.

Indisposição

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É também é comum que, nessa fase, o calor diminua a fome. O problema surge quando as refeições acabam sendo trocadas por beliscos pouco nutritivos – hábito que favorece variações no açúcar do sangue, aumento da resistência à insulina e sensação de desgaste físico.

A necessidade de proteínas, minerais e alimentos anti-inflamatórios é ainda maior para preservar energia e massa muscular na menopausa. Ou seja: não pule refeições!

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“Carboidratos simples em excesso aumentam a sonolência e a queda de energia ao longo do dia. A base da alimentação deve ser anti-inflamatória”, pontua o especialista.

Quando se preocupar

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Apesar de serem comuns na menopausa, sono excessivo e indisposição persistentes não devem ser normalizados.

Mas como saber quando eles indicam sinais de alerta? De acordo com o profissional André Vinicius, a hora de procurar uma avaliação médica individualizada é quando há alterações da tireoide, deficiência de ferro, vitamina D e quadros depressivos.

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