Para ter uma pele saudável e com aparência jovem é preciso renovar as células da pele. Segundo Joyce Rodrigues, farmacêutica bioquímica e cosmetóloga, o peeling é o procedimento que acelera a renovação celular, que normalmente acontece a cada 21 ou 28 dias. “A diferença entre os diferentes tipos de peeling são os princípios ativos”, explica.
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Tipos
Existem os peelings cosméticos, que podem ser feitos por profissionais de estética por serem mais leves e superficiais, e os cirúrgicos ou médicos, que exigem anestesia, internação e repouso. “Os cosméticos precisam ser aprovados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) porque ela determina o tipo e a quantidade de ácidos que podem ser usados”, explica a especialista.
O peeling cosmético pode ser físico ou químico. No procedimento (ou mecânico) a ação na epiderme se dá por atrito mecânico na camada córnea com a ajuda de substâncias abrasivas. Já o peeling químico é realizado com a ajuda de substâncias que renovam as células, como os ácidos orgânicos. Há ainda os peelings biológicos – nos quais são utilizadas enzimas – e os ablasivos, realizados com o auxílio de laser.
Tipos de ácidos
Ácido glicólico: é um dos mais utilizados nos procedimentos de peeling. Tem o menor peso molecular dentre as substâncias utilizadas, por isso atravessa a pele mais facilmente. “É muito usado em pessoas que querem rejuvenescer ou de combater manchas”, diz a especialista.
Ácido mandélico: penetra mais lentamente na pele, provocando menos efeitos adversos. “É o mais indicado para pele negra”, avalia a especialista.
Acido lático: pode ser usado para peeling ou como hidratante.
Ácido salicílico: específico para o tratamento de acne porque remove os lipídios intracelulares.
