Beleza 30 de junho, 2016 Por admin

Sua mãe parece sua irmã? Conheça a história de Dani Winits

Nadja Winits, de 56 anos, mãe da atriz Danielle Winits, enxerga na proximidade mãe-irmã um motivo para maximizar a conexão. “Eu me sinto bem por causa desta aproximação com a Dani. Não é uma coisa que me envaideça, porque sou mãe acima de tudo e sempre me coloquei dessa forma. Eu separo a Danielle Winits da Danielle, minha filha. Eu a tive aos 20 anos e me sinto bem por estar perto dela nesse mundo caótico. A gente é muito ligada. Não fico feliz apenas pela semelhança, algo que sempre tivemos, e sim pela conexão que existe entre nós. Vejo muitas mães e filhos se distanciarem por competição, e comigo acontece o contrário”, orgulha-se.

A vida saudável e sem excessos foi a melhor herança familiar que Nadja diz ter ganhado. Segundo ela, os cuidados com a aparência e com o físico não são uma preocupação. Sua busca é por uma vida equilibrada. “Na minha família a gente nunca viveu para comer, a gente come para viver. Também busco fazer exercícios e procuro diversificar. Musculação é a única coisa que faço por obrigação. Fora isso, andar de bicicleta, praticar ioga e nadar no mar são exercícios que me dão muito prazer. Eu corro atrás do bem estar, da qualidade de vida e não da estética”.

Nadja é adepta da terapia. ” A terapia do corpo é o exercício e a da mente? Tive essa noção muito cedo. Aos 21 anos busquei a psicoterapia para entender melhor o mundo e a vida, buscar outras leituras para me conhecer melhor”, conta. Ironicamente, a mãe da Danielle Winits não acredita em juventude, mas no que chama de “entusiasmo” pela vida: “Entusiasmo significa Deus interno. Eu mantenho essa chama com muito amor, fé e esperança: o melhor coquetel para manter o equilíbrio e nunca desistir de ser feliz. Temos obrigação de ser feliz, mesmo com todos os obstáculos”.

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A vida vivida em etapas

Retardar o envelhecimento aumenta a qualidade de vida, já que estimula o exercício de hábitos saudáveis. Por outro lado, a psicóloga Marízia alerta que a alternância de fases na vida pode ser prejudicial. “Um dia escutei a seguinte frase: ‘Viver é você subir uma escada rolante pelo lado contrário’. Sendo assim, você vai tropeçar, vai quase cair, vai desestabilizar o corpo, mas vai subir um degrau de cada vez. Da mesma forma, tudo deve ser vivido no seu tempo. Esse é o ideal”, aconselha a profissional.

Mas nem todos conseguem fazer isso. “Pular etapas não é bom para ninguém. Existem adultos que reclamam que não viveram a adolescência e passam a viver essa fase ‘perdida’ quando ficam mais velho. No mínimo essa pessoa vai sofrer uma discrepância em relação às outras da mesma idade, pode sofrer alguma alterações também nos relacionamentos amorosos, entre outras coisas. Mas cada um tem uma história, lida com a vida de forma diferente, não dá para generalizar”, observa Marízia.

É preciso tomar cuidado, ainda, com a confusão de papéis na cabeça da criança. “Nenhuma filha quer uma irmã. A mãe pode ser muito amiga, pode entender as questões da filha, partilhar a vida, mas tem que haver um certo limite. A mãe já deixou de ser filha e agora precisa cumprir o seu papel materno, senão confunde a cabeça da herdeira. Para a mãe que entra em competição em casa, eu sugiro uma análise. Suas funções são educar, passar valores para que ele seja um adulto equilibrado”, aconselha.

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