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Sexo não é só corpo: qual é o papel da saúde mental no prazer?

Você sabia que a vida sexual é um reflexo direto de como está a sua saúde mental?

Para a sexóloga Stephanie Seitz, líder da INTT Cosméticos, a sexualidade começa muito antes do contato físico.

Assim, ansiedade, estresse crônico, depressão, sobrecarga mental e excesso de cobranças mantém uma ligação direta com a resposta sexual.

Quando a saúde mental não vai bem, o prazer sente

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(Créditos: Freepik)

Vivemos em uma cultura que normaliza o esgotamento, a multitarefa constante e a desconexão com o próprio corpo.

Logo, o cenário é perfeito para afetar os mecanismos do desejo e da excitação, além de interferir na capacidade de relaxamento necessária para o orgasmo.

“O prazer exige presença. E presença exige uma mente minimamente em equilíbrio”, explica Seitz.

Sinais de que a saúde mental está afetando sua vida sexual

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(Créditos: Freepik)

• Diminuição ou ausência persistente de desejo sexual;
• Dificuldade de excitação ou lubrificação;
• Orgasmo mais difícil ou inexistente;
• Desconexão com o próprio corpo;
• Culpa, vergonha ou medo relacionados ao prazer;
• Sensação de obrigação ou performance durante a relação.

Seitz alerta que muitas pessoas igoram esses sinais. “É comum ouvir que é ‘fase’, ‘idade’, ‘rotina’ ou ‘problema do relacionamento’. Mas, na prática, o corpo está comunicando que algo não vai bem emocionalmente”, aponta.

Por fim, a saúde sexual precisa ser compreendida como parte da saúde integral: o cuidado não está apenas em tratar sintomas, mas em criar um ambiente emocional mais seguro para o corpo responder e as sensações fluírem.

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