3 tendências tecnológicas que podem mudar os videogames para sempre

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Videogames continuam evoluindo, nutrindo-se de novas tecnologias e correntes sociais. O que vemos hoje não é igual ao que vemos 10 anos atrás – e assim sucessivamente, por mais hermético que isso possa parecer.

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Porém, há avanços ‘atuais’ que têm mudado a forma de jogar, sozinho ou com os amigos. Vejamos algumas delas:

Linha fina entre as redes sociais e os jogos

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Há mundos virtuais que funcionam como espaços sociais – jogos como “Club Penguin” e “Moshi Monsters” são claros exemplos disso. Isso é só uma amostra da nova geração de games produzidos, que exploram as conexões humanas para garantir ao usuário uma experiência mais dinâmica.

Outro exemplo nessa direção é “Minecraft”, que oferece plataformas para se fazer novas amizades, onde todos podem colaborar para chegar aos seus distintos objetivos. Essa interação é estimulada pelos consoles, que possuem seus próprios meios de intercâmbio social para que os jogadores possam, entre tantas coisas, capturar vídeos da tela e compartilhar nas redes sociais.

O processo de criar jogos é mais transparente
Nos últimos três anos cresceu a tendência de se colocar projetos para financiamento coletivo em sites como Kickstarter para a criação de jogos e, assim, conquistar uma comunidade inicial de seguidores.

Entre as iniciativas que mais se destacam nesse aspecto estão X Box Preview e Steam Early Access. Eles permitem que os ‘investidores’ adquiram os jogos antes de ficar disponível ao mercado, além de permitir acompanhamento das etapas de seu desenvolvimento. Esse método é utilizado principalmente por pequenos estúdios, que se desprendem das técnicas convencionais para assegurar o financiamento de suas obras, antes de se comprometer com projetos ambiciosos.

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Possibilidade de concluir games em plataformas como YouTube

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Pelo menos dois donos de jogos possibilitaram que milhões de jogadores transmitam o conteúdo por streaming em plataformas como YouTube e Twitch. Assim, criou-se as pequenas ‘celebridades’, ou viciados em jogos que chegam a ganhar bons salários.

Empresas como a Nintendo têm utilizado essas plataformas para programas de compartilhamento de ingressos, o que elimina o excesso de propaganda por meio da web.

Outras gigantes da indústria dos games, como Ubisoft, Activision e Electronic Arts, estão desenvolvendo novas formas de se jogar via streaming: isso pode irritar alguns jogadores mais ‘clássicos’, mas, inegavelmente, a via do futuro é essa.

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