A melhor opção de anticoncepcional é aquela que melhor se adapta ao perfil da mulher. Para se chegar a esta conclusão, é preciso identificar se há alguma contraindicação a algum dos hormônios mais comuns nos métodos contraceptivos, levantar o histórico de saúde dela e, principalmente, a sua rotina.
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A escolha da opção contraceptiva deve levar em consideração seus hábitos e até o contexto profissional. O melhor método para uma mulher pode ser o pior para outra. Descubra, dentre a variedade de opções disponíveis hoje, o tipo de anticoncepcional que mais combina com seu estilo de vida.
Qual anticoncepcional ideal para cada perfil de mulher?
A que esquece (não gosta) de tomar pílula
Para quem não quer ou não se lembra de tomar remédio todos os dias, as opções mais apropriadas podem ser os métodos não diários, como o anel, o adesivo e contraceptivos injetáveis mensais ou trimestrais.
Não pretende ter filhos nos próximos anos
Nesse caso, os métodos contraceptivos de longa ação podem ser uma boa opção, já que não será preciso se preocupar com a contracepção diária ou mensalmente. As alternativas são: o implante subcutâneo, o DIU e o SIU.
É lactante
Passada a quarentena, é preciso se preocupar com a contracepção, mas métodos contraceptivos que tenham estrogênio podem interferir na produção do leite. O melhor é optar por métodos não hormonais – como o DIU de cobre – ou SIU só com progesterona – como algumas pílulas orais e o implante subcutâneo.
Tem sensibilidade ao estrogênio
Às fumantes e hipertensas, por exemplo, é contraindicado o uso do hormônio. Nesse caso, boas opções são o implante subcutâneo, as pílulas orais, injetáveis trimestrais e o SIU de progesterona, ou ainda, os métodos anticoncepcionais sem hormônio.

Viaja muito
A simples mudança de fuso horário pode prejudicar o efeito contraceptivo da pílula oral. A alternativa são os métodos que independem da ingestão diária, como o anel contraceptivo, o implante, os injetáveis e os métodos intrauterinos.
Tipos de contraceptivos
Pílula
É o método mais tradicional e conhecido. A mulher deve tomar um comprimido todos os dias, no mesmo horário. Sua eficácia pode ser diminuída pelo uso de alguns remédios – como para epilepsia – ou por problemas gastrointestinais, como vômito ou diarreia.
Anel contraceptivo
Transparente e flexível, o anel deve ser inserido pela própria mulher uma vez ao mês, permanecendo na vagina por 21 dias, com interrupção de uma semana para o período menstrual. O anel libera os hormônios estrogênio e progesterona de forma gradual e contínua, inibindo a ovulação.
Implante subcutâneo
É um bastonete de 4cm de comprimento com apenas progesterona em sua composição e que deve ser inserido pelo médico abaixo da pele do braço com anestesia local, a cada três anos.
Adesivo
É colocado sobre a pele a cada sete dias, durante três semanas consecutivas, com uma semana de intervalo para menstruação.

DIU / SIU
São dispositivos colocados diretamente no útero pelo médico. A diferença é que o DIU (dispositivo intrauterino) não contém hormônios e dura até 10 anos. E o SIU (sistema intrauterino), por outro lado, contém progesterona e deve ser substituído a cada cinco anos.





