Mariana Bueno
Do Bolsa de Bebê
Nos dias quentes de verão, nada melhor do que levar os bebês para brincarem na praia ou na piscina. No entanto,ambiente é novo para eles e, por isso, os pais precisam ficar atentos a alguns cuidados. Uma experiência ruim nesse primeiro contato com a água pode traumatizar a criança e até causar algum bloqueio.
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É imprescindível que um adulto esteja sempre presente. Além disso, aulas de natação, que podem ser feitas a partir dos seis meses, ajudam a criança a se adaptar ao meio. “É muito importante que o primeiro contato seja com um profissional capacitado na área, em um ambiente tranquilo para que o bebê possa estar relaxado para realizar os exercícios de adaptação”, explica o professor de natação Daniel Santos, do Espaço Stella Torreão, no Rio de Janeiro.
Esse contato com a água é importante, pois além de todos os desenvolvimentos motores que a natação proporciona à criança, ela irá ser condicionada ao mergulho, que é importante especialmente para evitar situações de emergência em que o bebê possa cair na água. Sabendo mergulhar ele irá suportar por alguns instantes submerso até um resgate.
Com o mar, o professor diz que seria melhor as crianças terem contato quando já estiverem adaptadas com a água, para que seja um momento tranquilo. “O mar é agitado, totalmente diferente da piscina. O bebê também pode estranhar a temperatura da água, que é mais fria do que a da piscina. Outro fator que ele pode vir a sentir é o sabor da água, mesmo se for adaptado à piscina salinizada, a água do mar é muito mais salgada”, afirma.
O uso de bóias não irá proporcionar uma segurança de 100% para as crianças. Por isso, seja no mar ou na piscina, os pais não podem se descuidar e jamais devem deixá-las sozinhas. “Para se ter férias sem sustos os responsáveis têm que estar de olho”, finaliza.
