IA populariza o acesso à astrologia, mas profissional alerta para interpretações rasas e possíveis erros
Assistentes virtuais, como a famosa “Alexa”, e chatbots que respondem a qualquer pergunta em segundos, com referências, como o ChatGPT e o Gemini, tornam o uso de Inteligência Artificial cada vez mais presente no cotidiano de diversas pessoas.
E é nessa facilidade que muitos “curiosos” enxergam a oportunidade de terem o próprio mapa astral em mãos.
Contudo, ele é tão legítimo como seria o conteúdo feito por um profissional? Segundo Giovanna Guarnieri, astróloga do “Astrolink”, não.
Isso porque uma IA não é capaz de reproduzir plenamente a mesma profundidade que um profissional desenvolve com o cliente, que busca se entender a partir dos astros.
Mapa astral com Inteligência Artificial: é confiável?

Uma vez que a base da astrologia seja interpretar as posições dos planetas e corpos celestes no momento do nascimento de uma pessoa para entender personalidades e potenciais, é fácil imaginar que uma Inteligência Artificial possa cumprir o mesmo papel analítico.
Entretanto, a principal diferença entre fazer o mapa astral com uma IA e um astrólogo é justamente a profundidade subjetiva da leitura humana – que, de acordo com Guarnieri, é impossível de ser replicada por sistemas inteligentes.
“Um astrólogo profissional realiza uma leitura integrada e personalizada, levando em conta nuances emocionais, históricas e simbólicas que surgem no diálogo. Ele conversa com a pessoa, entende dores, desafios e o contexto emocional por trás das pergunta”, destaca.

Além disso, outro ponto considerável é que, na prática, uma IA pode facilmente cometer erros minuciosos na leitura de um mapa astral – comprometendo toda a interpretação.
Democratização do acesso à astrologia

Ainda assim, segundo a especialista, a IA é uma alternativa razoável para quem não pode investir em uma consulta com um astrólogo profissional.
Só é importante não criar muitas expectativas: as interpretações sempre serão iniciais. “IAs, mesmo bem treinadas, passarão informações técnicas e genéricas”, conclui Guarnieri.
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