Procurar aprender também é um ato de empoderamento!
Durante décadas, muitas mulheres foram desencorajadas a aprender tarefas como montar móveis, instalar prateleiras ou realizar pequenos reparos domésticos – não por falta de capacidade, mas por uma construção cultural que determinava que isso era “coisa de homem”.
Hoje, esse cenário está mudando, muito graças ao movimento feminista, que questionou e desconstruiu esses papéis impostos, mas também à democratização da internet, que ampliou vozes, referências e possibilidades.
Dessa forma, existem inúmeros recursos acessíveis, didáticos e gratuitos que ensinam que, sim, é absolutamente possível aprender habilidades diversas a qualquer momento da vida.
Abaixo, confira 3 canais para seguir no YouTube e ter ainda mais certeza de que competência não tem gênero!
1. Reformas e reparos com Paloma Cipriano

À frente do canal que leva o próprio nome, Paloma Cipriano ensina aos seus quase 2 milhões de inscritos reformas acessíveis e soluções práticas – sem, é claro, depender de terceiros!

Colocando a mão na massa, ela mostra como montar móveis, instalar praleteiras, usar ferramentar e até alguns truques para economizar em reformas simples.
Aqui, o diferencial é a linguagem direta e descomplicada. Ela mostra erros, acertos e o processo real – o que ajuda a quebrar o medo inicial de começar.
2. DIYcore com Karla Amadori

Criado por Karla Amadori, o canal DIYcore ensina desde decoração até intervenções estruturais simples.
Entre os conteúdos estão a instalação de suportes e prateleiras, montagens de móveis e lições sobre como usar ferramentas.

Karla, que também tem quase 2 milhões de inscritos, busca inspirar mulheres a criar ambientes em que se sintam bem.
Além disso, reforça que, se aprender é um processo, qualquer pessoa pode começar do zero.
3. Mari Fulfaro no “Manual do Mundo”

Cofundadora do “Manual do Mundo”, a jornalista Mari Fulfaro ensina ciência, tecnologia e habilidades práticas de forma acessível e descomplicada.

No canal, Mari transforma experimentos, tutoriais “faça você mesmo” e explicações técnicas em conteúdos claros e convidativos, aproximando mulheres de conhecimentos muitas vezes vistos como complexos ou mesmo “masculinos”.






