Criada por Dullis Carvalho, a Humá nasceu com a proposta de transformar o universo da beleza – e, em apenas 3 anos, já tem produtos premiados
Fundada em 2023, a Humà Cosmética é mais uma prova de que sustentabilidade e tecnologia podem perfeitamente caminhar juntas quando o assunto é autocuidado.
A marca, que trata a pele como um ecossistema vivo e focado na regeneração celular, nasceu de uma necessidade cada vez mais observada entre mulheres que não abrem mão de cuidar da própria beleza no dia a dia em casa: a de entender exatamente como cada produto funciona na pele.
Por isso, todos os itens da Humà são criados a partir de muita pesquisa, equilibrando ativos naturais com biotecnologia, de acordo a CEO da marca, Dullis Carvalho. “Nosso objetivo é transformar avanços da ciência em soluções cosméticas aplicáveis”, diz ela em entrevista ao Mulher.
O maior desafio, contudo, ainda estava por vir. Afinal, como ela, formada em Comércio Exterior, traduziria ciência complexa em produtos que as pessoas entendessem e confiassem?
Desafios da Humà ao querer inovar

Para expandir uma marca que tem como diferencial a união entre ciência e natureza em seus produtos, é preciso antes fazer algumas escolhas – foi quando Dullis se viu diante dos seus primeiro desafios ao mudar de área de trabalho.
“O desenvolvimento de uma tecnologia exige pesquisa, seleção criteriosa de matérias-primas e validação constante. Outra questão, no começo, foi equilibrar inovação, sustentabilidade e viabilidade econômica”, pontua a empreendedora.

Isso porque, apesar de se tratar de uma marca de cosméticos de alta performance, um dos principais objetivos da Humà – que sempre contou com diversos médicos para refinar suas formulações – era oferecer produtos que também fossem financeiramente viáveis para diferentes faixas de renda.
“Eu aprendi que construir uma marca científica é sobre tomar decisões que nem sempre geram resultados imediatos, mas que fortalecem a credibilidade ao longo do tempo”, observa Dullis Carvalho.
Ciência como credibilidade
Hoje, o acesso à composição dos produtos usados na pele e cabelo importam bem mais do que apenas o cheiro ou embalagem.
E é justamente o compromisso com a ciência que permitiu que, em apenas três anos, a Humà já alcançasse um lugar de destaque no mercado – ganhando, inclusive, a categoria Inovação, com o sérum facial BioGlow Sculpt, em 2025, e, em 2026, a categoria Sustentabilidade, com o Shampoo em Pó. Ambas as premiações aconteceram pela Clean Beauty Awards.

“O mercado caminhará cada vez mais para uma cosmética baseada em mecanismos biológicos, e não apenas em tendências de ingredientes. A ciência deixará de ser um diferencial para se tornar um requisito de credibilidade”, afirma a CEO.

