“A menopausa é, sim, um período de muitas mudanças, mas ela não precisa ser encarada como perda. Ela pode ser um despertar”, diz a sexóloga Stephanie Seitz
A chegada da menopausa, marcada por mudanças hormonais diversas, costuma assustar muitas mulheres – e uma das razões é pela diminuição da libido, já que a queda do estrogênio pode diminuir a lubrificação natural, deixar a região mais sensível e impactar o desejo.
Ainda assim, existem estratégias para dar uma continuidade saudável à vida sexual.
“Cuidar da mente é tão importante quanto cuidar do corpo. A menopausa não mexe só com os hormônios, mexe com a cabeça da mulher”, explica Stephanie Seitz, líder da INTT Cosméticos.
Abaixo, confira 5 dicas listadas pela profissional para não deixar de sentir prazer durante o período:
Prazer na menopausa
1. Invista em hidratação e lubrificação vaginal

Visto que é muito mais difícil sentir prazer na menopausa por conta da falta de lubrificação, o uso de hidratantes e lubrificantes se tornam verdadeiros aliados.
“O hidratante vaginal de uso diário atua de forma contínua, ajudando a restaurar a hidratação da mucosa, melhorar a elasticidade e devolver, aos poucos, o conforto da região íntima. Já o lubrificante é utilizado no momento da relação, seja a dois ou com o uso de vibradores”, pontua Seitz.
2. Estimulação é ainda mais importante nessa fase

Na menopausa, é normal que o corpo precise de mais tempo e estímulo na hora do sexo. Além disso, Seitz recomenda o uso eventual de vibradores.
“São grandes aliados porque aumentam o fluxo sanguíneo na região íntima, despertam terminações nervosas e ajudam o corpo a responder melhor”, afirma.
3. Fortalecimento do assoalho pélvico

Já a prática de exercícios pélvicos não só melhoram a circulação e aumentam a sensibilidade da região íntima, mas também ampliam a consciência do corpo – que é um benefício interessante para a vida sexual.
4. Comunicação e redescoberta

O que funcionava aos 30 pode não funcionar da mesma forma aos 50, e não há problemas nisso. Dessa forma, a dica é simples: diálogo!
“Conversar com o parceiro, testar novas formas de toque, novos estímulos e sair da obrigação ajuda a transformar essa fase em algo mais leve”, conclui a profissional.





