Muita gente associa fortalecimento muscular apenas à rotina de academia, mas existem regiões do corpo que não são ativadas nos exercícios mais comuns.
É o caso do assoalho pélvico, responsável por sustentar órgãos como a bexiga, o útero e o intestino. Dessa forma, com a fisioterapia pélvica, eles ganham mais funcionalidade, previnem e tratam disfuções – o vaginismo, que acomete muitas mulheres, é uma delas.
Vaginismo: o que é?

O vaginismo se caracteriza por uma contração involuntária da musculatura da vagina quando a penetração é tentada ou quando a mulher imagina que possa vir a ter um ato sexual com penetração. Assim, o ato torna-se impossível ou extremamente doloroso.
As principais causas do vaginismo, de acordo com especialistas da Rede D’Or São Luiz, podem incluir fatores físicos, emocionais e psicológicos.
Entre as principais estão medos e fobias, crenças religiosas rígidas, pressões sociais e até experiências traumáticas.
Como a fisioterapia pélvica pode ajudar quem vaginismo?

Visto que o vaginismo é um problema de “contração muscular involuntária”, o tratamento deve focar prioritariamente no relaxamento, de acordo com a fisioterapeuta pélvica Cláudia Milan.
Ele pode ser feito com técnicas de terapia manual através de massagens e liberações, e recursos como eletroterapia e dilatadores.
“Após os ensinamentos na consulta com a profissional e a definição da frequência, a paciente deve praticar em casa. Cada pessoa é única e não existe receita de bolo” explica a especialista.
Assim, a fisioterapia pélvica se apresenta como uma das soluções para curar o vaginismo, contribuindo para a melhora dos sintomas e promovendo qualidade de vida.

