Um dos principais sinais de que a criança talvez precise do “tratamento para crescer” é ser muito mais baixa que colegas da mesma idade, segundo especialista
Na última quinta-feira (12), Simone Mendes contou aos fãs que o filho mais velho, Henry, começou um tratamento com acompanhamento médico para “crescer”, há cerca de seis meses.
E o resultado já tem aparecido: o garoto, que tem 11 anos, já cresceu cerca de 4 cm durante este período. O desejo é que ele alcance 1,78 m.
Segundo a cantora, o principal objetivo para ter ido buscar o tratamento foi a sua própria baixa estatura, de 1,52 m, que poderia influenciar geneticamente a de Henry.
O que é o “tratamento para crescer”?

O protocolo mais conhecido para estimular o crescimento é feito com hormônio do crescimento, também chamado de GH (Growth Hormone), que é produzido naturalmente pelo corpo na glândula hipófise.
No caso da criança apresentar produção insuficiente desse hormônio, é comum que o médico, um endocrinologista pediátrico, indique a reposição por meio de injeções aplicadas regularmente, geralmente todos os dias.

Antes, contudo, há a avaliação do crescimento da criança ao longo do tempo e são feitos alguns exames de sangue para verificar níveis hormonais, bem como um raio-x idade óssea.
O tratamento – que vai além do consultório, ou seja, mexe também com a alimentação, sono e rotina da criança – pode durar anos, dependendo da resposta do organismo e da fase de desenvolvimento.
Quem realmente precisa?

O tratamento para crescer costuma ser indicado em situações específicas, como quando há deficiência de hormônio do crescimento, baixa estatura grave sem causa aparente ou outras condições crônicas que afetam o desenvolvimento.
Para avaliar o crescimento infantil, os médicos utilizam curvas de crescimento, que analisam a evolução da altura ao longo do tempo.
“Alguns sinais que podem indicar necessidade de avaliação incluem: crescimento menor que o esperado ao longo dos anos, queda nas curvas de crescimento e até criança muito mais baixa que colegas da mesma idade”, explica o endocrinologista pediátrico Miguel Liberato – responsável pelo tratamento do filho de Simone -, em seu site.






