Trabalhar, navegar na internet, jogar e se comunicar com outras pessoas a qualquer hora, em qualquer lugar – ou mesmo no trajeto entre dois locais. Tudo isso com muito estilo, praticidade e tecnologia. Quem não quer? Aqueles que conhecem as qualidades de um notebook sabem o quanto este símbolo de modernidade facilita suas vidas. E os que ainda não possuem um, devem abrir os olhos para as oportunidades de compra, principalmente agora, com o dólar mais baixo e vários modelos disponíveis a bons preços.
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Os primeiros computadores portáteis surgiram no início da década de 1980, muito diferentes dos fininhos, levíssimos e coloridos que vemos hoje. Mas só na década de 1990 é que os notebooks, também chamados de laptops, passaram a acompanhar a evolução dos desktops (os computadores de mesa, convencionais). Com os avanços tecnológicos, o barateamento dos custos de produção fez com que os preços de venda caíssem, equiparando-os aos valores dos desktops atualmente. Por isso, os notebooks estão se tornando cada vez mais populares e virando objeto de desejo de muita gente, seja para usuários profissionais ou domésticos.
A primeira coisa a se fazer é descobrir o perfil do usuário. As alternativas mais baratas geralmente atendem bem às necessidades dos usuários básicos, que vão usar softwares mais simples
Segundo dados da consultoria ITData, que acompanha o mercado de tecnologia no Brasil, no ano passado foram vendidos quase dois milhões de computadores portáteis – um aumento de cerca de 180%. A expectativa para 2008 é que esse número suba ainda mais e chegue a 3,8 milhões. “A portabilidade, dentro e fora de casa, e, sem dúvida, a diferença menor entre os preços das máquinas, são grandes responsáveis por esse ‘boom’ nas vendas. Para se ter uma idéia, em 2005 o laptop mais barato (novo) custava em torno de R$ 4 mil. Agora, você encontra por menos de R$ 1.500”, analisa Ivair Rodrigues, diretor de pesquisas da ITData.
Além dos preços mais acessíveis, o desempenho e a conectividade cada vez maiores são outros fatores que pesam na decisão dos consumidores brasileiros por um notebook. Enquanto alguns usuários resolvem comprar um laptop para complementar o uso da estação de trabalho e poder trabalhar quando está fora de casa, muitos estão substituindo definitivamente os desktops pelos modelos portáteis. Para saber o que priorizar na hora de escolher a opção certa, é essencial definir para que o computador será usado. “A primeira coisa a se fazer é descobrir o perfil do usuário. As alternativas mais baratas geralmente atendem bem às necessidades dos usuários básicos, que vão usar softwares mais simples (como o pacote Office)”, ressalta o analista de sistemas Alexandre Terra, gerente de T.I. de uma empresa de comunicação.
Na hora da escolha…
Obviamente, as diferenças na configuração é que vão definir o quanto será gasto. Por isso, fique alerta para achar o melhor custo-benefício para você. “O preço de notebooks está diretamente relacionado à sua configuração (tamanho da tela, velocidade do processador, capacidades do disco rígido e memória RAM) e à sua qualidade. Assim sendo, o melhor é ter claro para quê você irá usar a sua máquina”, reitera André Cunha, usuário constante de computadores portáteis. Muitos critérios precisam ser levados em consideração antes de comprar o produto. Na opinião de quem sabe do assunto, os principais itens a se pesquisar são o processador e a capacidade de memória. Veja, abaixo, uma lista com os pontos mais relevantes a serem considerados:
Processador: Não há necessidade de se escolher o mais poderoso, mas não é recomendável um abaixo de 1,5 GHz. Apostar nos processadores com recursos de economia de energia é ideal para evitar aquecimentos e aumentar a duração da bateria. Para rodar aplicativos mais pesados, que trabalhem com imagens, ou jogos, os modelos com chip Dual Core ou Core 2 Duo, da Intel, costumam ser os preferidos pelo seu ótimo desempenho. “Se a pessoa vai executar apenas as atividades mais comuns, como edição de textos e planilhas, navegação na internet e e-mail, não precisa investir em um processador muito potente. É melhor dar mais atenção à memória”, indica Alexandre Terra. O processador Celeron, mais barato, dá conta do recado para os usuários básicos.





