A rotina acelerada, a pressão profissional e o excesso de preocupações podem afetar a libido de qualquer pessoa, mas é possível recuperá-la com práticas que estimulam o corpo e a mente
A libido não depende apenas de fatores hormonais: ligada também ao bem-estar emocional, à autoestima, à qualidade do sono, ao nível de estresse e até à forma como a pessoa se relaciona com o próprio corpo, práticas como dança, ioga e até exercícios pélvicos ganham destaque como aliadas da saúde sexual.
Afinal, tratam-se de atividades que estimulam tanto o organismo quanto a mente, já que favorecem a circulação sanguínea, reduzem a ansiedade e aumentam a conexão corporal.
Dança melhora autoestima e conexão com a libido

Movimentando o corpo de forma livre ou coordenada, a pessoa desenvolve consciência corporal, expressão emocional e sensação de bem-estar. Além disso, dançar libera endorfina e dopamina, neurotransmissores ligados ao prazer e à motivação.
Outro ponto importante é que a dança melhora o condicionamento físico e a circulação sanguínea, que são fatores que contribuem para a resposta sexual do organismo.
Ioga ajuda a reduzir a ansiedade

Já a ioga, que combina exercícios respiratórios, alongamento, concentração e relaxamento, traz benefícios importantes para a saúde sexual justamente por reduzir os níveis de ansiedade e melhorar o controle do estresse.
As técnicas de respiração não somente ajudam a aumentar a consciência corporal, mas ainda favorecem o relaxamento muscular.
Exercícios pélvicos estimulam a sensibilidade

Outra prática importante para aumentar a libido, mas muito ignorada, é o fortalecimento do assoalho pélvico.
Isso porque os conhecidos “exercícios de Kegel“, de acordo com a fisioterapeuta pélvica Claudia Milan, melhoram a circulação sanguínea, aumentam a sensibilidade e intensificam a percepção durante o contato íntimo.
“Quando realizados corretamente e com regularidade, são exercícios que fortalecem os músculos envolvidos na resposta sexual e contribuem para o aumento da sensibilidade vaginal e clitoriana”, conclui a profissional.

