A ideia do “slow sex” é aproveitar o momento ao invés de só correr atrás do orgasmo; “Não é tendência passageira, é reconexão com o corpo”, diz expecialista
Em uma sociedade marcada pela pressa, pelo excesso de estímulos e pela cobrança constante por desempenho, o sexo também entrou no modo automático.
É nesse cenário que o slow sex surge como uma proposta de reconexão: menos foco em resultado, mais atenção à presença, ao corpo e à troca entre as pessoas.
“Slow Sex”: o que é?

O conceito “slow sex” ainda é pouco conhecido, mas, segundo a neuropsicanalista clínica e especialista em relações contemporâneas Sanny Rodrigues, ele está diretamente ligado a uma recorrente queixa no consultório.
“As pessoas querem sexo, mas estão emocionalmente desconectadas do próprio corpo e, muitas vezes, do corpo do parceiro ou da parceira. O sexo acontece, mas sem intensidade e sem envolvimento verdadeiro”, explica.
Por que apostar na prática

Segundo Sanny, o slow sex não é uma regra sobre duração, mas uma prática que pede presença.
“O slow sex envolve conversa, cuidado, pausas, atenção, olho no olho. O sexo deixa de ser só um ato físico e passa a ser uma experiência de troca”, pontua a profissional.

Logo, para quem deseja começar, Sanny sugere olhar além da cama: “Reduzir distrações, respirar melhor, prestar atenção no toque e até usar a música como aliada já mudam muita coisa”.






