A escolha entre fio dental e fita dental deve considerar anatomia dental, presença de restaurações e mais
Você sabia que, mesmo escovando os dentes com muito cuidado, ainda pode deixar para trás milhões de bactérias?
É verdade.
Isso pode acontecer porque a escova dental não é capaz de alcançar adequadamente o espaço entre um dente e outro – e é onde a placa bacteriana se acumula de forma silenciosa e progressiva.
Nesse cenário, entram o fio dental e a fita dental, que, embora pareçam iguais, não são.
Ambos são aliados da melhor higiene bucal que pode ser feita em casa, mas contam com diferenças estruturais. Saiba abaixo:
Fio dental

O fio dental tradicional possui um formato cilíndrico e espessura reduzida, sendo uma característica que favorece a penetração em contatos interdentais muito justos.
Afinal, por ser mais fino, ele tende a atravessar com maior facilidade áreas de contato apertadas, embora possa apresentar maior risco de desfiamento ao passar por restaurações mal adaptadas ou superfícies irregulares.
Fita dental

A fita dental, por sua vez, apresenta um formato achatado e maior largura.
Tratando-se de uma configuração que aumenta a área de contato com a superfície dental, ela promove uma fricção mais ampla entre o esmalte e a região cervical do dente.
Por isso, costuma ser mais indicada para quem tem “dentes separados” e até sangramento leve ao usar fio dental – isso porque, com fita dental, qualquer tipo de placa bacteriana é removida com mais facilidade, sem machucar a gengiva.






