O charutinho costuma ser indicado principalmente nos primeiros 2 meses de vida do bebê, quando ele ainda está “conhecendo” o mundo
Diante dos desafios que a maternidade traz, acalmar o recém-nascido é um dos primeiros – e maiores – para muitas mães, principalmente nos primeiros meses, quando ele ainda está se adaptando ao mundo fora da barriga.
E é justamente nessa fase que o famoso “charutinho” (também chamado de “swaddling”) costuma fazer sucesso na rotina de muitas famílias até, ao menos, o segundo mês de vida do bebê.
Isso porque a técnica, que consiste em enrolar o bebê em uma manta de forma aconchegante, é conhecida por ajudar no sono, reduzir o reflexo de susto e transmitir mais segurança ao recém-nascido.
O que é o bebê no “charutinho”?

O “charutinho” é uma forma de enrolar o bebê em uma manta fina e macia, mantendo os braços mais juntinhos ao corpo e criando uma sensação parecida com a do útero materno.
Como fazer de forma segura

Abra uma manta leve em formato de losango e dobre uma das pontas para formar uma base reta. Depois, coloque o bebê com os ombros alinhados nessa dobra.
Posicione um dos braços junto ao corpo e envolva o lado da manta. Em seguida, faça o mesmo do outro lado.
Mas, lembre-se: a parte inferior deve ficar mais soltinha, permitindo movimentação das pernas e quadris.
Cuidados importantes

O bebê deve sempre dormir de barriga para cima, por isso o charutinho não pode ficar apertado demais. Além disso, as pernas precisam ter espaço para se movimentar naturalmente.
Segundo o renomeado centro de medicina integrada Mayo Clinic, é importante também que a manta seja 100% de algodão, ou seja, respirável, assim como nunca cobrir o rosto ou a cabeça do bebê. Se o pequeno já começa a tentar rolar, o uso deve ser interrompido.
Por fim, o charutinho não é indicado para o dia inteiro, em ambientes muito quentes, quando o bebê apresenta febre ou dificuldade respiratória.

